Avaliação neuropsicológica · crianças e adolescentes

Cada criança tem seu jeito de aprender e se desenvolver

Um processo cuidadoso para entender como seu filho pensa, aprende, sente e se relaciona, e transformar essa compreensão em próximos passos claros para a família, a escola e a equipe.

  • Da idade pré-escolar até os 17 anos
  • Especialização em Neuropsicologia pelo
    Instituto de Ensino Albert Einstein
  • Consultório no Jardim Paulista (SP), com parte das etapas online
Christina Faria, psicóloga e neuropsicóloga, sorrindo em seu consultório
CRP 06/50025-2Psicóloga registrada
NeuropsicologiaEspecialização pelo Albert Einstein
Infância e adolescênciaDo pré-escolar aos 17 anos
Jardim Paulista, SPPresencial, com etapas online
Para começar

Afinal, o que é uma avaliação neuropsicológica?

Escolha a versão que combina com você. O conteúdo é o mesmo, só muda o jeito de contar.

Criança desenhando formas e números em uma folha enquanto a psicóloga acompanha com uma prancheta

É como montar um mapa de como seu filho pensa, aprende e lida com as emoções.

Ao longo de alguns encontros, avalio atenção, memória, linguagem, raciocínio, planejamento e a forma como ele regula emoções e comportamento. Depois, integro essas informações com as análises trazidas por vocês, pais, e por educadores ou pediatras, quando necessário.

O que se ganha é clareza: o que é ponto forte, o que pesa, e por quê. Com isso, as decisões sobre escola e rotina deixam de ser tentativa e erro.

Sinais de atenção

Alguns sinais que valem investigar

Ninguém precisa ter certeza de nada para buscar ajuda. Muitas famílias chegam só com a sensação de que algo não se encaixa. Estes são os pontos de partida que mais aparecem no consultório:

Estuda, mas não rende

O esforço é grande e o resultado na leitura, na escrita ou nas contas continua abaixo do que se espera.

Cabeça em mil lugares

Perde o foco, esquece o que ia fazer, deixa tarefas pela metade ou só funciona no último minuto.

Emoções à flor da pele

Explosões, choro fácil, irritação ou medos que parecem maiores do que a situação.

Marcos que demoram

Fala, brincadeira ou contato com outras crianças acontecendo em outro ritmo.

Trava na hora da prova

Sabe o conteúdo em casa, mas na avaliação a mente apaga. Ou as notas despencam sem motivo aparente.

Desencontros com os outros

Se isola, tem poucos amigos, não entende as regras do grupo ou vive em atrito com colegas.

Muito à frente da idade

Curiosidade intensa, aprende sozinho, se entedia fácil. Esse perfil também merece ser compreendido.

A escola chamou para conversar

Professores notaram algo em sala e sugeriram olhar com mais cuidado.

Um profissional pediu

Pediatra, neurologista, psiquiatra ou fono precisam de dados mais precisos para definir ou ajustar o tratamento.

O que entra na avaliação

Muito além de uma medida de QI

Cada avaliação é desenhada para responder à dúvida que trouxe vocês até aqui. Por isso, combino testes padronizados, questionários, conversas e observação, escolhidos de acordo com a idade e o momento de cada um.

Entre as áreas que posso investigar:

Pilha de livros de neuropsicologia sobre uma mesa de consultório
Emoções e autocontrole
Humor e ansiedade
Leitura, escrita e cálculo
Autonomia no dia a dia
Coordenação motora
Raciocínio
Percepção visual e espacial
Convívio social
Planejamento e organização
Atenção e foco
Linguagem e comunicação
Memória
Diagnóstico

E o diagnóstico?

Às vezes a avaliação confirma uma suspeita. Outras vezes, descarta. Nos dois casos, ela informa. Estas são algumas das condições que costumam entrar na investigação:

TDAH Autismo (TEA) Transtorno opositor desafiador (TOD) Dislexia e outras dificuldades específicas de aprendizagem Altas habilidades Deficiência intelectual

Também ajuda a esclarecer

Atrasos de fala e linguagem Ansiedade que atrapalha o desempenho Dificuldade de regular as emoções Queixas escolares sem causa clara

Um rótulo não é o ponto de chegada. O que realmente muda a vida da família é entender como aquela criança ou aquele adolescente funciona e o que ajuda no caso dele. Se houver um diagnóstico, ele vem junto com esse entendimento, nunca no lugar dele.

Etapas

Do primeiro contato à devolutiva

São algumas semanas de trabalho, em um ritmo que respeita a idade e a disposição de cada um.

1

Escuta dos responsáveis

Um encontro só com vocês para entender a história, a rotina e o que motivou a procura. Saímos dali com a pergunta que a avaliação vai responder.

1 encontro
2

Escolha dos instrumentos

Com base nessa pergunta, seleciono testes científicos e questionários adequados à idade. Nada de uma bateria igual para todo mundo.

Feito sob medida
3

Encontros com a criança ou o jovem

Atividades variadas, com pausas e no tempo de cada um. A ideia é que a criança ou o adolescente se sinta confortável e encare o processo como uma sequência de desafios práticos.

Em geral, 4 a 8 sessões
4

Escuta da escola

Se a família autorizar, converso com professores e educadores. Observar o desempenho fora do consultório completa o quadro.

Se fizer sentido
5

Conectando os pontos

Integramos resultados, observações clínicas e relatos. Um dado sozinho tem alcance limitado: o sentido completo vem da análise do conjunto.

Análise e redação
6

Devolutiva

Um momento dedicado a apresentar as conclusões, responder a todas as suas dúvidas com tranquilidade e fazer a entrega do laudo por escrito. Para os adolescentes, reservamos também um tempo para uma conversa individual.

Família e jovem
Ao final

O que fica com vocês

Meu objetivo é que vocês saiam com respostas e um plano, não só com um papel na mão.

  • Conversa de devolutiva: os resultados explicados sem pressa, em linguagem do dia a dia.
  • Conversa com o próprio jovem: ele também merece entender o que foi visto, do jeito dele.
  • Laudo neuropsicológico: documento restrito e confidencial, elaborado segundo as normas do Conselho Federal de Psicologia, que reúne o que foi feito, o que foi encontrado e o que se recomenda.
  • Plano de acompanhamento para a família e a escola, se necessário.
  • Indicações: quando necessário, quais profissionais e terapias procurar em seguida.

Quem se beneficia

O paciente

A criança ou o adolescente passa a entender melhor o próprio jeito de funcionar e ganha estratégias pensadas para ele, deixando para trás rótulos como “preguiçoso” ou “desatento”.

A família

Quando o comportamento ganha uma explicação, a paciência aumenta e a culpa diminui. A rotina fica mais fácil de ajustar.

A escola, médicos e terapeutas

Professores recebem orientações específicas para adaptar atividades, provas e o jeito de ensinar. Médicos e terapeutas ganham informações precisas para planejar e acompanhar o tratamento.

Retrato de Christina Faria, sorrindo, diante de uma estante de livros
Quem vai atender

Sou a Christina

Para mim, o propósito da avaliação é ajudar a família e o próprio paciente a compreenderem, com clareza e profundidade, quem ele é e do que precisa para se desenvolver.

Sou psicóloga e neuropsicóloga e atendo crianças, adolescentes e suas famílias. A avaliação neuropsicológica ocupa boa parte da minha agenda, da primeira infância até o fim da adolescência.

Trabalho com escuta, método e uma relação de confiança, que é o que sustenta todo o resto.

Com as famílias, sou direta: digo o que observo, o que dá para mudar em casa e o que está fora do meu alcance, inclusive quando o melhor caminho é indicar outro profissional.

Uma pergunta de cada vez

Cada avaliação parte do que preocupa vocês, não de um roteiro fixo.

Sem jargão

Explico os resultados do jeito que explicaria para alguém da família.

O jovem tem voz

Adolescentes participam das decisões e recebem sua própria devolutiva.

Ética e sigilo

Instrumentos com validação científica e cuidado com cada informação compartilhada.

Atendimento

Onde atendo

  • Consultório

    Av. Brigadeiro Luís Antônio, 3097, sala 506
    Edifício Top Tree Tower
    Jardim Paulista, São Paulo/SP

  • Alphaville

    Agenda aberta também em Alphaville. Consulte dias e horários pelo WhatsApp.

  • Online, em algumas etapas

    Os testes acontecem no consultório. As conversas com os pais e a devolutiva podem ser por vídeo.

  • (11) 97826-9898

    Para agendar ou tirar dúvidas pelo WhatsApp

Agendar conversa
Dúvidas

Perguntas frequentes

Separei as perguntas que mais ouço. Se a sua não estiver aqui, mande uma mensagem: quem responde sou eu.

Mandar uma pergunta
Com que idade dá para fazer?+

Atendo da idade pré-escolar até os 17 anos. Os instrumentos mudam conforme a faixa etária, e na primeira conversa vemos juntos se este é o melhor momento para avaliar.

Quantas semanas leva?+

Costuma levar algumas semanas entre a primeira conversa e a devolutiva. O número de encontros depende da idade e do que estamos investigando. Dou uma previsão logo no início.

Preciso de um pedido médico?+

Não. Muitas famílias chegam por indicação de um médico ou da escola, mas vocês podem me procurar diretamente.

E se não houver diagnóstico?+

Isso também é um resultado. Vocês saem sabendo como seu filho funciona e o que fazer a partir daí, o que muitas vezes é a parte mais útil.

Como explico a avaliação para meu filho?+

Com sinceridade e sem drama. Para crianças, dá para dizer que vão conhecer uma pessoa que faz atividades e jogos para entender como elas aprendem. Para adolescentes, vale deixar claro que não é castigo nem prova. Na primeira conversa, posso sugerir palavras que combinem com vocês.

Meu filho adolescente não quer ir. E agora?+

Acontece bastante e não impede o começo. Em geral, a resistência vem do medo de ser julgado ou de virar “o problema da casa”. O primeiro encontro com ele serve justamente para desfazer essa ideia e encontrar um motivo que seja dele para participar.

Vocês conversam com a escola?+

Quando ajuda e com a autorização da família, sim. Pode ser por questionário, relatório ou uma conversa com a coordenação. Depois, a escola também pode receber orientações.

Se o sofrimento estiver intenso agora, não espere pela consulta. O CVV atende 24 horas, de graça e em sigilo, pelo telefone 188 e pelo site cvv.org.br. Em emergência, procure o pronto-socorro mais próximo ou ligue 192.

Christina Faria em seu consultório, à mesa com um menino que monta um quebra-cabeça de blocos coloridos Primeiro contato

Vamos conversar sobre o que está acontecendo?

Conte em poucas linhas o que você tem observado. Respondo em até dois dias úteis com os horários disponíveis para a primeira conversa.

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